Série Desvendando · Volume 1

Você sabe o que é aceitação. O que ninguém te ensinou foi como aplicar na sessão.

Um guia em PDF de 49 páginas, com passo a passo em 7 etapas, 10 metáforas com roteiro palavra por palavra e 12 exercícios. ACT, DBT, Protocolo Unificado e Terapia Focada na Compaixão comparados, com a fonte de cada afirmação marcada.

Quero o guia → R$ 127, pagamento único e acesso vitalício. O PDF chega no seu e-mail logo após o pagamento. Recomendado por quatro psicólogas com mestrado ou doutorado pela UFMG. Ler o que disseram ↓
Capa do guia Desvendando a Aceitação: Guia Prático para Terapeutas
PDF·49 páginas·8 seções·4 abordagens comparadas·10 metáforas·12 exercícios

Se você trava na hora de usar aceitação com paciente, falta um caminho, e ele pode ser aprendido.

Na graduação, aceitação aparece como conceito (ou nem aparece). Muitas vezes, bonito na teoria, mas vago na prática.

Enquanto isso, a técnica fica na gaveta. E casos que pediam aceitação (ansiedade, luto, dor crônica, autocrítica severa) seguem recebendo intervenções de mudança que o paciente não consegue acompanhar.

Um guia que faz o trabalho de meses de garimpo por você.

O Desvendando a Aceitação: Guia Prático para Terapeutas é um guia clínico autoral que pega a técnica e transforma em passos que você aplica: pré-requisitos, momento certo de introduzir, passo a passo em 7 etapas, roteiros prontos de metáforas e exercícios, sinais de progresso e os erros que fazem tudo desandar.

Ele nasceu de um trabalho de leitura: as quatro principais abordagens que trabalham aceitação, comparadas fonte a fonte, separando o que é consenso entre elas do que é posição de um autor específico.

Cada conceito, metáfora e exercício vem de fonte identificada no texto:

● Consenso entre as abordagens
◐ Aparece em múltiplas fontes
◎ Posição de um autor específico

Cada afirmação do guia vem marcada com um desses ícones. Você leva para a sessão, com mais confiança, aquilo que a literatura sustenta em peso, e usa com critério o que vem de uma fonte só, sabendo de onde saiu.

Página do guia que explica os três ícones de consenso
A página do guia que explica os três ícones
Quero o guia →

O que você encontra nas 8 seções do guia

1

O que é aceitação

Definição e mecanismo

Ter claro, para você e para o paciente, o que aceitação é e o que não é.

Ver o que tem nesta seção
  • Uma tabela para desfazer, com o paciente, a confusão entre aceitação e resignação
  • O mecanismo (equação do sofrimento, esquiva experiencial e fusão cognitiva) em linguagem de consultório
  • Como ligar aceitação aos valores do paciente desde a primeira sessão, para ela não virar resignação
2

Quando usar

Indicações e contraindicações

Saber quando indicar aceitação, e quando ela não é a escolha.

Ver o que tem nesta seção
  • Os quadros em que a técnica é indicada: ansiedade, depressão, TOC, dor crônica, luto, trauma, borderline e perfeccionismo
  • Quando não usar: as contraindicações absolutas e relativas
  • Os 4 erros de indicação que fazem a técnica falhar, para reconhecer antes de começar
3

Preparando o terreno

Antes da primeira aplicação

Chegar à primeira aplicação com o paciente preparado para ela.

Ver o que tem nesta seção
  • Os pré-requisitos para conferir antes de introduzir aceitação
  • A desesperança criativa: o passo mais pulado, e o que sustenta tudo que vem depois
  • As 5 perguntas, na ordem, para conduzir a desesperança criativa na sessão
4

Passo a passo: como aplicar

O coração do guia

Saber o que fazer, e o que dizer, em cada etapa.

Ver o que tem nesta seção
  • As 7 etapas, do mapeamento da esquiva experiencial até levar a aceitação para a vida do paciente
  • Frases prontas do que dizer e do que evitar dizer ao apresentar aceitação
  • Como conduzir cada etapa sem que aceitação soe como “se conformar”
5

Técnicas e recursos

Metáforas e roteiros completos

Ter metáforas e exercícios com roteiro, prontos para usar na sessão.

Ver o que tem nesta seção
  • 10 metáforas com roteiro palavra por palavra e nota clínica (cabo de guerra, homem no buraco, passageiros no ônibus e outras)
  • 12 exercícios, do mais simples ao mais profundo, para dosar a intensidade conforme o paciente
  • Como acompanhar, junto com o paciente, se a aceitação está funcionando: Inventário do Sofrimento, registro Dor/Esforço/Vitalidade e escalas
6

O que observar

Sinais, armadilhas e resistências

Perceber se o paciente está aceitando de fato ou só concordando.

Ver o que tem nesta seção
  • Os sinais de progresso no discurso e no comportamento do paciente
  • Como distinguir aceitação de pseudo-aceitação, resignação passiva e compreensão sem experiência
  • As 6 armadilhas do terapeuta e como sair delas
7

Adaptações

Por perfil e contexto clínico

Ajustar a técnica a quem está na sua frente.

Ver o que tem nesta seção
  • Ajustes para adolescentes, atendimento online, crise e risco, alexitimia, borderline e pânico
  • O que muda no ritmo e na linguagem conforme o perfil do paciente
  • Como adaptar sem perder a essência da técnica
8

Combinações e para ir além

Integrações e leituras recomendadas

Saber combinar aceitação com outras técnicas, e quando não combinar.

Ver o que tem nesta seção
  • Como aceitação conversa com desfusão, exposição, validação e autocompaixão
  • Quando a combinação ajuda e quando atrapalha
  • Leituras comentadas para quem quiser se aprofundar

Uma amostra do interior

Páginas reais do guia, com o mesmo cuidado de um livro de editora.

Capa do guia Desvendando a Aceitação
Capa
Folha de rosto do guia
Folha de rosto
Sumário do guia, com as 8 seções e as referências
Sumário
Tabela comparando o que aceitação é e o que não é
O que é e o que não é aceitação
O mecanismo: sofrimento igual a dor vezes resistência
O mecanismo, em linguagem de consultório

Páginas 1 e 2 de 5

Tudo isso em design editorial de livro, feito para consulta rápida entre uma sessão e outra.

O que colegas dizem do guia

Foto de Renata Saldanha Silva
Renata Saldanha SilvaProfessora de Psicologia na FCMMG · Mestre pela UFMG

“Ideias valiosas e facilmente aplicáveis à clínica.”

O e-book é um material simples, objetivo e bastante útil para terapeutas. Ao integrar contribuições de diferentes abordagens, facilita a compreensão das dificuldades apresentadas pelos pacientes e amplia as possibilidades de personalização das intervenções. O ponto que mais me chamou a atenção foi a seção sobre as armadilhas comuns do terapeuta, que convida à autorreflexão e ajuda a desenvolver uma prática clínica mais consciente. Embora não tenha a proposta de aprofundar o tema, oferece ideias valiosas e facilmente aplicáveis à clínica. Recomendo demais!
Ler depoimento completo e currículo

Mestre em Psicologia (UFMG). Professora de avaliação psicológica e Terapia Cognitivo-Comportamental na Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais. Especialista em Terapias Cognitivas, associada à FBTC.

Foto de Thaís Dell'Oro Oliveira
Thaís Dell'Oro OliveiraProfessora de Psicologia · Doutora pela UFMG

“Um material que se propõe a ser prático e realmente é!”

E isso é muito difícil de encontrar! O material traz muitas dicas e propostas que realmente podem contribuir para a prática clínica, além de ser um bom apanhado da parte teórica. Vale muito a leitura!
Ver currículoLer depoimento completo e currículo

Graduada em Psicologia pela UFMG, mestre e doutora em Medicina Molecular (UFMG). Professora da graduação em Psicologia e de pós-graduações em Neuropsicologia e Neurociência da Educação. Atua com neuropsicologia, desenvolvimento e Terapia Cognitivo-Comportamental com crianças e adolescentes.

Foto de Ana Carolina Zeferino
Ana Carolina ZeferinoMestre em Psicologia pela UFMG · Clínica e avaliação

“Ótimo material para quem busca uma leitura fluida e objetiva, com aplicações práticas!”

O e-book recapitula e compara conteúdos complexos de forma rápida e organizada e ainda traz reflexões sobre erros comuns dos terapeutas, além de adaptações interessantes para diferentes públicos e contextos.
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Graduação e mestrado em Psicologia pela UFMG. Experiência em psicologia clínica e em avaliação psicológica de crianças, adolescentes e idosos.

Foto de Mariana Braga Fialho
Mariana Braga FialhoProfessora de Psicologia na CMMG · Mestre pela UFMG

“Mostra com clareza o que é consenso na área e onde as abordagens divergem.”

O que mais gostei no e-book foi que ele reúne, de forma didática e acessível, contribuições de diferentes autores e abordagens sobre a aceitação. O material mostra com clareza o que é consenso na área e onde as abordagens divergem, além de apontar diversos caminhos práticos, o que é muito valioso. Tudo isso facilita a vida do clínico, que consegue começar a aplicar a técnica de forma prática, com um caminho seguro e tecnicamente respaldado. Recomendo muito!
Ver currículoLer depoimento completo e currículo

Psicóloga (CMMG), especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (UniRedentor) e mestre em Psicologia: Cognição e Comportamento (UFMG). Atua com avaliação psicológica, psicoterapia, supervisão clínica e docência na graduação em Psicologia da CMMG.

Caso ilustrativo, fictício

Um caso, passo a passo

Uma demanda comum no consultório, conduzida com as etapas do guia. A paciente é inventada. As etapas e as falas estão no guia, com estas palavras.

38
anos

Há meses evita falar nas reuniões de equipe. Recusou coordenar um projeto porque teria de apresentar os resultados para a diretoria.

“Eu só quero parar de sentir esse medo.”

1

O que a terapeuta escuta

Etapa 01 · Mapear a esquiva

Antes de propor qualquer coisa, ela monta o mapa: o que a paciente evita, como evita e o que isso tem custado.

Pergunta do guia“O que você deixou de fazer por causa dessa luta?”
2

A etapa que entra

Etapas 02 e 03 · Desesperança criativa

A própria paciente constata que o medo só cresceu. Aí a terapeuta apresenta a alternativa.

Fala do guia“Você não consegue controlar o quanto está ansioso. Mas pode controlar o quanto está disposto a sentir ansiedade enquanto faz o que importa para você.”
3

A armadilha que ela evita

Seção 6 · Armadilhas do terapeuta
Não diz“Quando você aceitar, vai se sentir melhor.”

O guia trata essa frase como o erro mais grave: ela transforma a aceitação em mais uma tentativa de controlar o medo.

O próximo passo da terapeuta: perguntar “Se isso não fosse um problema, o que você estaria fazendo que não está fazendo agora?” e, a partir da resposta, montar a primeira exposição ligada a esse valor.

Exemplo construído para mostrar como o guia é usado. Não descreve nenhum paciente real nem promete resultado.

Em que evidência a técnica se apoia

A aceitação quase nunca é testada sozinha. O que existe são estudos dos tratamentos em que ela é peça central: a ACT, a DBT e o Protocolo Unificado, três das quatro abordagens do guia. Estes são os mais confiáveis que encontramos, com o que mostram e o que não mostram.

ACT · ansiedade e depressão Duas metanálises com protocolo registrado antes · adultos com diagnóstico

Somada ao tratamento usual, a ACT reduziu a ansiedade mais do que o tratamento usual sozinho. Na depressão, reduziu mais do que a lista de espera. Contra a TCC, não houve diferença estatística.

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ComparaçãoEstudosResultado
Ansiedade: ACT com tratamento usual × só tratamento usual4 ensaios, 204 pessoasA favor da ACT
−0,98 (−1,50 a −0,46)
Ansiedade: ACT × TCC3 ensaios, 176 pessoasSem diferença
0,13 (−0,17 a 0,43)
Depressão: ACT × lista de esperaRede de 55 ensaiosA favor da ACT
1,39 (0,82 a 2,00)
Depressão: ACT × TCCRede de 55 ensaiosSem diferença
0,01 (−0,54 a 0,56)

Haller et al. (2021), Scientific Reports · ler o artigo
Schefft et al. (2023), Frontiers in Psychiatry · ler o artigo

DBT · autolesão e borderline Duas revisões Cochrane · adolescentes atendidos por autolesão · adultos com diagnóstico de borderline

Em adolescentes que se autolesionavam, a DBT reduziu a repetição da autolesão, com certeza alta. Em adultos com borderline, reduziu a gravidade dos sintomas e a autolesão em comparação com o tratamento usual, com certeza baixa.

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ComparaçãoEstudosResultado
Adolescentes que repetiram a autolesão: DBT × tratamento usual ou outra psicoterapia4 ensaios, 270 jovens30% com DBT
43% na comparação
Adultos, gravidade do borderline: DBT × tratamento usual3 ensaios, 149 pessoasA favor da DBT
−0,60 (−1,05 a −0,14)
Adultos, autolesão: DBT × tratamento usual7 ensaios, 376 pessoasA favor da DBT
−0,28 (−0,48 a −0,07)

Certeza é a medida que a Cochrane usa para dizer o quanto confiar no resultado: alta quer dizer que novos estudos dificilmente vão mudá-lo.

Witt et al. (2021), Cochrane · ler a revisão
Storebø et al. (2020), Cochrane · ler a revisão

Protocolo Unificado · transtornos de ansiedade Ensaio randomizado registrado · 223 adultos com pânico, ansiedade generalizada, TOC ou ansiedade social · avaliadores sem saber o grupo de cada paciente

O Protocolo Unificado teve resultado equivalente ao dos protocolos de TCC específicos para cada transtorno, num ensaio feito para testar essa equivalência. Mais pacientes chegaram ao fim do tratamento.

Ver os números
Protocolo UnificadoUnificadoTCC específicaTCCLista de esperaEspera
Sem o diagnóstico principal no fim do tratamento63,6%57,1%27,3%
Sem o diagnóstico principal 6 meses depois70,5%62,6%não avaliado
Completaram o tratamento87,5%69,2%não se aplica

Barlow et al. (2017), JAMA Psychiatry · ler o artigo

LimitesToda pesquisa tem limites, e estas também têm os seus: elas medem os tratamentos inteiros, e não a aceitação isolada; as comparações com a TCC reúnem poucos estudos; e a quarta abordagem do guia, a Terapia Focada na Compaixão, ainda não tem uma revisão que passe nos mesmos critérios. Mesmo assim, quando comparados com a TCC, os três não mostraram diferença, e todos ajudaram mais do que esperar ou do que o tratamento usual sozinho.

De quem já tem o guia

O que eu mais gostei foi justamente essa ponte entre teoria e prática. Não fica só no conceito de aceitação: você foi mostrando como pensar a intervenção, exemplos do que falar, exercícios, metáforas e, principalmente, o que observar no paciente ao longo do processo. Essa parte do olhar clínico fez muita diferença para mim. [...] Ficou realmente com cara de guia para consulta na prática, voltar em uma parte específica quando surgir um caso e pensar “o que eu posso observar ou fazer aqui?”.

O que eu mais gostei foi justamente essa ponte entre teoria e prática. [...] Essa parte do olhar clínico fez muita diferença para mim.

Marina XavierAdquiriu o guia

Eu já conhecia o conceito de aceitação, mas sentia falta de mais clareza sobre como conduzir essa intervenção na prática clínica. O guia me ajudou justamente nisso: entender não só como aplicar, mas quando faz sentido, o que observar no paciente e quais erros evitar. Gostei muito dos roteiros e das metáforas, porque facilitam a transposição da teoria para a sessão. Outro diferencial é a preocupação em apresentar as fontes e distinguir o que é consenso do que vem de autores específicos. É um material que pretendo consultar bastante na clínica.

O guia me ajudou justamente nisso: entender não só como aplicar, mas quando faz sentido, o que observar no paciente e quais erros evitar. [...] É um material que pretendo consultar bastante na clínica.

Antônio CésarAdquiriu o guia

O guia foi extremamente útil para mim, especialmente por eu ter me formado recentemente. Ter acesso a um material tão explicativo, didático e, ao mesmo tempo, tecnicamente consistente fez muita diferença no meu processo de aprendizagem. [...] A aceitação é um conceito que inicialmente costuma gerar confusão, justamente pela dificuldade de diferenciá-la de concordância, conformismo ou aprovação daquilo que acontece. A forma como o guia aborda esse conceito contribuiu para uma compreensão mais clara e para uma aplicação mais segura na prática clínica.

Ter acesso a um material tão explicativo, didático e, ao mesmo tempo, tecnicamente consistente fez muita diferença no meu processo de aprendizagem. [...] A forma como o guia aborda esse conceito contribuiu para uma compreensão mais clara e para uma aplicação mais segura na prática clínica.

Silvia AssisAdquiriu o guia

O Guia de Aceitação não foi o primeiro produto que comprei e com certeza não será o último! Gostei muito do material. Você consegue explicar um conceito que costuma ser mal compreendido com uma clareza que dá segurança para levar para a sessão. Depois de ler, me senti mais confiante para conduzir esse tema com meus pacientes. Dá para perceber o cuidado e a experiência de quem realmente atende e sabe onde a gente costuma travar.

Você consegue explicar um conceito que costuma ser mal compreendido com uma clareza que dá segurança para levar para a sessão. [...] Dá para perceber o cuidado e a experiência de quem realmente atende e sabe onde a gente costuma travar.

Lígia AlcântaraAdquiriu o guia

Material muito útil e direto ao ponto! Gostei de como o guia conecta a fundamentação teórica com a prática clínica, trazendo recursos que realmente ajudam na hora de trabalhar a aceitação com os pacientes. Recomendo para quem quer aprofundar esse tema com mais segurança e clareza.

Gostei de como o guia conecta a fundamentação teórica com a prática clínica, trazendo recursos que realmente ajudam na hora de trabalhar a aceitação com os pacientes. Recomendo para quem quer aprofundar esse tema com mais segurança e clareza.

Bruna CarmeniAdquiriu o guia

Eu quis imprimir meu material, pois prefiro estudar com material físico e o meu já ta completamente rabiscado e já com uma seção preferida: Técnicas e recursos. [...] Além disso, eu ADOREI que por todo o ebook tem sugestões de falas e roteiros prontos para usarmos nas sessões, além da seção “O que observar” [...], já que para além de aplicar, é importantíssimo sabermos se a intervenção está sendo eficaz de fato. [...] A proposta do ebook é muito clara: trazer de forma simplificada a aplicação da aceitação em contexto clínico, e posso dizer que essa proposta foi alcançada com muito sucesso!

Eu quis imprimir meu material [...] e o meu já ta completamente rabiscado e já com uma seção preferida: Técnicas e recursos. [...] posso dizer que essa proposta foi alcançada com muito sucesso!

Bruna RibeiroAdquiriu o guia

O que você recebe

Um PDF para consultar entre uma sessão e outra, com as quatro abordagens comparadas e a fonte de cada afirmação.

Pagamento único

Desvendando a Aceitação: Guia Prático para Terapeutas

R$ 127
à vista ou em até 10 vezes no cartão, com os juros da Hotmart
  • O guia completo em PDF, 49 páginas, com design de livro
  • 10 metáforas e 12 exercícios com roteiro para usar em sessão
  • Acesso vitalício. As próximas versões do guia chegam para você sem custo
  • O arquivo no seu e-mail logo após o pagamento
Quero o guia →

Pagamento único, sem assinatura e sem renovação. Dúvidas antes de comprar: aline@empiricamente.com

Perguntas frequentes

Para quem é este guia?

Para psicólogas e psicólogos clínicos que querem aplicar a técnica de aceitação com segurança, especialmente quem está no começo da carreira ou sente insegurança na hora de levar a técnica para a sessão. Estudantes de psicologia em estágio clínico também aproveitam bastante, porque o guia constrói o raciocínio do zero.

Para quem NÃO é?

Se você busca um material de autoajuda para uso pessoal, este guia vai te frustrar: ele é técnico e escrito de terapeuta para terapeuta. Também não é um pacote de fichas e worksheets para imprimir. O que ele entrega é o raciocínio clínico e os roteiros para você conduzir a técnica com qualquer paciente.

Preciso ser especialista em ACT para aproveitar?

Nenhuma formação prévia em ACT, DBT ou Protocolo Unificado é necessária. O guia constrói o entendimento conceitual nas primeiras seções e avança para o passo a passo. Quem já conhece a teoria pode ir direto para a parte prática.

O guia segue qual abordagem?

As quatro principais que trabalham aceitação: ACT, DBT, Protocolo Unificado e terapia focada na compaixão. Em vez de defender uma escola, o guia compara as fontes e sinaliza, com um sistema de ícones, o que é consenso e o que é posição de um autor específico.

Em que formato eu recebo?

Ebook em PDF com design editorial de livro, pensado para leitura confortável e consulta rápida entre sessões. O acesso chega por e-mail logo após a confirmação do pagamento. Você pode ler no computador, tablet ou celular, e imprimir se preferir.

O acesso expira?

O acesso é vitalício. E quando o guia receber atualizações, você recebe a nova versão sem pagar nada a mais.

Tem certificado?

Não. É um guia de estudo e consulta, não um curso.

Posso imprimir os exercícios para o paciente?

O guia é de uso individual, de quem o comprou. Os exercícios foram escritos para você conduzir na sessão, com o roteiro na mão. Para entregar uma cópia ao paciente, escreva para aline@empiricamente.com.

Aline Arantes, psicóloga e criadora da Empiricamente

Quem escreveu

Eu sou a Aline Arantes, psicóloga clínica e criadora da Empiricamente. Antes de aplicar qualquer técnica com paciente, eu faço um trabalho que aprendi a não pular: leio as principais abordagens que trabalham aquela intervenção, comparo as fontes e separo o que é consenso do que é opinião de um autor. Esse método virou a base da Série Desvendando, e este guia de Aceitação é o primeiro volume.

Aline Arantes · CRP 04/53034 · Mestre em Neurociências

A técnica que você admira de longe pode virar a que você domina.

Na próxima vez que um paciente disser que só quer parar de sentir, você vai ter, à mão, por onde começar, o que dizer e o que evitar.

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